Muito interessante este artigo da New Scientist.
A questão basicamente é:
Neste momento já é possível, via testes genéticos aos pais, decidir se é necessário, via fertilização artificial e selecção dos embriões, evitar que futuras crianças nasçam com uma série de doenças genéticas (herdadas de um dos pais).
Qual a ética de por questões "éticas" não estarmos já a fazê-lo? Porque razão estamos a trazer ao mundo crianças com deficiências e doenças que poderiam facilmente ser evitadas?
Uma lista de vítimas de várias formas de ignorância e crendices.
Muito comovente.
Não sei o que se está a passar neste país, agora foram cinco livros que foram apreendidos numa feira do livro em Braga por a capa ser considerada pornográfica pela PSP.
O livro chamava-se Pornocracia e a capa continha o quadro do pintor Gustave Courbet, "A Origem do Mundo", que se pode observar abaixo. Ao que parece, tal capa causou "alguma agitação por parte das pessoas que se encontravam naquele espaço".
Porque é que me parece que estamos a voltar ao Salazarismo?

Gostei muito deste artigo do João Luís Pinto, por várias razões:
"voters picked me because they wanted nursery schools, police and nurses, and not to buy loss-making car factories"
De quem é este comentário? De um ministro sueco (Maud Olofsson) relativamente ao pedido da GM para receber subsídios do governo para manter a SAAB aberta. Sendo que, claro, estão neste momento no poder na Suécia dois partidos liberais.
Esta decisão vai possivelmente custar a existência da SAAB. Vamos pois a ver, claro, se a coragem destas afirmações iniciais se mantém.
Interessante, parece que, pelo menos até ao momento, o corte do trânsito na Praça do Comércio teve os efeitos que semelhantes medidas têm no estrangeiro:
E também já li relatos de pessoas que com estas alterações pouparam meia hora no seu caminho em transportes públicos para Lisboa (devido à redução de tráfego no percurso Beato - Cais do Sodré).
A minha sugestão? Se isto continuar assim espero que a Praça do Comércio nunca volte a abrir ao trânsito e seja transformada numa zona pedonal, com cafés, galerias, museus, concertos ao ar livre, artistas e hotéis. Podemos ter a praça central mais bonita do mundo na nossa cidade. Basta termos coragem para fazê-lo.