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MLS apela ao Governo que mantenha pressão sobre a Líbia

O Movimento Liberal Social (MLS) junta-se ao protesto de várias organizações internacionais de defesa dos direitos humanos na condenação da sentença de pena de morte – decretada por um tribunal líbio em 19 de Dezembro de 2006 – de cinco enfermeiros búlgaros e um médico palestiniano, acusados de terem infectado premeditadamente mais de 400 crianças com o vírus HIV. O MLS não aceita que Portugal e a União Europeia permitam esta violação dos direitos humanos e defende um aumento imediato das pressões por parte do Governo da República Portuguesa e da Comissão Europeia.

Miguel Duarte, presidente do MLS, afirma-se "profundamente consternado com esta situação e apelo ao governo Português para que mantenha total pressão sobre a Líbia nesta matéria, em conjunto com os nossos parceiros europeus. A Líbia viola vários direitos humanos fundamentais, como o direito a um julgamento independente e imparcial e a proibição da tortura e de tratamentos cruéis e para que a situação seja resolvida, Portugal e os seus parceiros europeus devem reforçar imediatamente as sanções sobre a Líbia".

O MLS e os seus parceiros liberais internacionais – agrupados no ELDR e Lymec – esperam que os direitos humanos sejam respeitados e que as pressões dos Governos Ocidentais surtam o maior efeito.

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